
Também conhecida como torção craniana, esta síndrome se caracteriza pelo desalinhamento do osso esfenoide. O interesse científico pela sua correção é crescente, pois esse desvio afeta simultaneamente uma série de estruturas do corpo, desencadeando assimetrias, tensões musculares crônicas e dores sistêmicas.
Embora o nome seja singular, foi assim que o Dr. Robert Boyd batizou sua grande descoberta. Quando o osso esfenoide sofre um desalinhamento, todos os outros ossos cranianos e as primeiras vértebras alteram suas posições naturais para compensar o desvio, uma vez que o esfenoide atua como a chave de encaixe de toda a estrutura superior.
A razão pela qual este tópico desperta tanto interesse na saúde integrativa é o fato de estar associado à causa primária de uma série de dores crônicas e disfunções sistêmicas em todo o organismo.
O grande diferencial é que as abordagens terapêuticas evoluíram muito ao longo dos anos. Hoje, contamos com a engenharia avançada desenvolvida pelo renomado Dr. Jerry Tennant através do Biomodulador — um dispositivo eletromédico de ponta que, por meio de microcorrentes e pulsos eletromagnéticos precisos, atua na modulação celular e na musculatura, auxiliando na redução rápida das tensões e no correto realinhamento do sistema craniofacial.


Quando os esfenóides se deslocam, provocam uma movimetação nos demais ossos que compõem a face, desta forma podemos observar diferenças entre um lado e outro do rosto.
Como os esfenóides compõem a base da articulação da boca, ao alterar seu posicionamento a mandíbula se desloca para um dos lados, trazendo distúrbios conhecidos como DTM ou Disfunção Temporo Mandibular, ou seja, problemas na articulação da boca.
Obstruem o canal ocular de forma aumentar a pressão e diminuir a acuidade visual.Oftalmologistas já estão utilizando a terapia para síndrome da bola de boliche afim de tratar seus pacientes
Alterações na trompa de Eustáquio (canal que liga o nariz aos ouvidos) favorecem a infecções otológicas.
Mudanças anatômicas dos seios da face e das cavidades nasais comprometem sua adequada função, favorecendo obstruções.
Afim de compensar o novo posicionamento adquirido pela cabeça, os ombros e o quadril modificam suas posições criando um desnível, que por fim provocam dores e desgastes irregulares
A via respiratória sofre compressão, devido a isso os quadros associados a passagem do ar manifestam sinais e sintomas mais intensos.
Alterações no posicionamento da C1 e C2 provocam dores de cabeça e pescoço com frequência.
Os discos articulares sofrem deslocamento devido aos desvios da coluna, assim surgem protrusões e com o passar do tempo hérnias de disco.
Com o desnível dos ombros, a região escapular trabalha inadequadamente e provoca dores ao dirigir ou outras situações onde os braços são utilizados.
Com a rotação da pelve, os discos articulares da coluna vertebral comprimem os discos e nervos causando dores lombares baixa.
Ao colocar os dedos no canal auditivo, pode-se perceber que estão desnivelados e podem ainda estar um mais para frente e outro mais para trás.

Quem poderia imaginar que nosso crânio em conjunto com o nosso quadril formaria uma importantissima bomba hidraulica? Pois é, mas é assim que funciona! A cada 6 segundos a liquido cefalo raquidiano sobe e desce pela ação da contração e relaxamento dos ossos cranianos e da pelve.
Segundo Dr. Jerry Tennant, além deste movimento estar relacionado ao equilíbrio e balanceio de todo o corpo, ocorre a geração de um fluxo energético a ser utilizado pelas membranas celulares.
Na presença da Síndrome da Bola de Boliche ou Torção Craniana a Bomba Crânio Sacral fica comprometida interferindo no movimento do liquido que banha o cérebro e toda a medula espinhal.
Em geral crianças e pessoas mais jovem tem suas bombas ativas, no entanto com o passar dos anos observa-se uma diminuição significativa em sua atividade. Ao aplicar a terapia com o Biomodulador, observa-se a reativação da bomba, beneficiando as funções orgânicas.
Por mais incrível que pareça todo este processo teve inicio ainda no século retrasado com o nascimento da Osteopatia.

Um vez que os ossos cranianos se deslocam, automaticamente vemos a mandíbula e a maxila (ossos principais da boca) acompanharem o movimento girando para um dos lados.

Com frequência podemos encontrar pacientes com problemas na articulação da boca, sendo ocasionados pelo deslocamento das estruturas que sustentam os dentes, muitos sofrem com dores, bruxismo e apertamento.

Ao analisarmos os ossos do crânio podemos verificar sua semelhança com a pedra chave nas construções.

Por fazer parte do assoalho do nosso crânio, os ossos esfenóides são entendidos como a base de sustentação para todos os outros ossos da cabeça.

Devido suas características únicas e formato angulados, a pedra chave sustenta todas as outras que sobre ela se apoiam, da mesma forma os Esfenóides.



Ao receber o bebê no mundo, os médicos ou profissionais da saúde podem deslocar os ossos cranianos, gerando o deslocamento dos esfenóides.

Uma queda nos primeiros anos de vida, quando os ossos ainda não estão consolidados, pode deslocar os esfenóides com facilidade.

Qualquer acidente onde sua cabeça sofre um impacto significativo pode geras um deslocamento dos ossos cranianos.
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